quinta-feira, 25 de novembro de 2010


É a primeira vez que me apaixono e sinto paz ao mesmo tempo. Ou encontrei o homem certo ou estou me tornando a mulher certa.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Seu jeito de me olhar nos olhos, a maneira com que passa a língua nos lábios e mexe as orelhas quando sorri. O seu abraço forte que me estralam as costas e o modo como deita e me faz chegar mais perto. Sua gargalhada quando falo algo de errado ou o jeito que passa a mão no meu rosto na hora de dormir. Quando você me chama de linda mesmo depois de acordar com himel borrado e cabelo revirado ou o quanto se arrepia quando cheiro seu pescoço. Sua maneira de conseguir mudar meu humor repentinamente e como eu te acho lindo de cabelos molhados. O jeito que a gente imagina o futuro e como você me deixa com medo quando fala “filhoSSS”. Seu cheiro no meu travesseiro e na coberta de manhã e o quanto eu gosto de dormir com as suas camisetas. Aquele boa noite sempre antes de dormir, que poucas vezes me acorda durante a madruga, mas que faz abrir um sorriso inexplicável pela manhã antes de trabalhar. Ah, eu adoro quando você deita sobre meu colo quando não temos nada pra fazer e ficamos em silêncio, sem falar as mensagens durante o dia que me deixam morrendo de saudades. E eu já falei do quando eu gosto do seu perfume?
Nada que eu diga poderá demonstrar que nenhum tempo será o bastante, mas eu tenho culpa se você é a minha felicidade?

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

E são esses pequenos detalhes, como a forma que você passa seus dedos pelo seu cabelo, como seus lábios se curvam em um belo sorriso ou o jeito que você olha pra mim quando está sendo irônico que me deixam sem ar. O seu jeito de me abraçar quando afundo meu rosto em seu pescoço, a sua capacidade de acabar qualquer tristeza, os seus olhares tão extremamente lindos e provocantes, a sua mania de tentar (e conseguir) me estressar quando me contraria, o contorno de suas veias no seu braço, a forma como você consegue interpretar quase tudo que estou pensando ou sentindo… Tudo isso me afeta em uma intensidade muito maior do que você imagina.
Você me afeta em uma intensidade muito maior do que qualquer um imagina.




[…] Então quando me perguntam se um amor pode ser eterno, eu respondo que sim e não. Se pensarmos em amor como todas as configurações que um sentimento pode adotar durante a vida para continuar existindo, sim. Se este sentimento vai ter uma conformação que siga se viabilizando e mantendo duas pessoas juntas pela vida toda? Talvez. Se vai seguir por anos e anos e anos igualzinho? Muito provavelmente não. […]

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Queria algum dia conseguir provar que eu realmente sinto tudo isso. Não para mim, para você. Assim como a teoria da gravitação universal prova que todos os objetos do universo atraem os outros devido à sua massa, mas de forma inversamente proporcional a distância, adoraria provar que você me atrai, não pela massa, não dividido pela distância, nada disso: mas por quem você é. Não fui eu que escolhi ser atraída e magnetizada por você, presa devido à sua gravidade emocional e intelectual. Não é minha culpa, nem um pouco, mas agora assumo responsabilidade pelo que der e vier, inclusive por romper fórmulas tão tradicionais e por querer explodir qualquer distância que possa existir.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

As palavras são cruéis com os sentimentos. Sentir é simples, expressar não. Dizer um simples te amo é muito fácil, expressar com palavras que fujam de clichês e jargões dignos de novela das oito, não. É complicado dizer o que você realmente sente, e não o que o mundo diz sentir. Para que dar nome à tudo? Ódio, felicidade, tristeza, amor… Cada um sente algo diferente, generalizações resumidas a uma palavra são caixas muito apertadas para corações. Para corações únicos, selvagens ou autênticos, dizer que ama é pouco - sentir é o suficiente.

domingo, 7 de novembro de 2010

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Não importa com quantas pessoas já se relacionou, pra quantas pessoas já disse que ama, quantas pessoas já traiu ou foi traída. Não importa com quantas pessoas já se decepcionou, não importa pra quantas já fez falsas promessas. O que realmente importa, é que um dia, a gente vai encontrar alguém que vai mude nossa maneira de pensar e agir, que vai nos fazer acordar de manhã e pensar: cara, que bom que eu te encontrei.

terça-feira, 2 de novembro de 2010





Existem milhões de coisas entre nós dois que ninguém nunca irá saber, mesmo que soubessem provavelmente nunca iriam entender. É que sempre que penso em ser feliz, você me vem a cabeça.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

"e todo final de noite era assim
eu cuidando de você, você cuidando de mim."

é tão engraçado como uma pessoa se torna de um dia pro outro o motivo do nosso sorriso, do nosso bom humor de manhã ou das nossas lágrimas, né?

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

hoje eu descobri, que nem sempre um pedido de desculpa é suficiente.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

fico indignada com a atitude das pessoas, como que alguém consegue passar de melhor amigo para melhor NADA, tão rápido na vida de alguém?
como alguém consegue decepcionar uma pessoa, tantas vezes em menos de uma semana?
não sei o sentimento que estou sentindo nesse momento, mas sabe, aquele pedestal de cristal que você sempre me falou? quebrou. mas não pela minha falta de "responsabilidade" nem pelo "meu amor doentil", muito menos pelo "nojo" que você sente por mim. se quebrou porque a mentira tem perna curta, e agora não estou mais voando alto, em um pedestal, consegui pôr meus pés no chão e enchergar o que eu não queria ver.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Hoje não quero que esse texto faça sentido e nem quero escrevê-lo em palavras bonitas. Acordei gripada, ranhenta, fanha com voz de traveco e chatinha. Mas nada tiraria meu bom humor, mesmo quando tudo parece estar dando certo e acontece alguma coisa para me desanimar, eu ainda continuo com um ótimo bom humor, hoje.
E o meu desejo, querido diário, é que nessa oktober não existam brigas (oi), que a Jéssica venha me visitar no dia 11 e que eu faça ela ficar tão bêbada ao ponto dela cair no chão e raspar a calça jeans no joelho, como eu fiz no aniversário dela a alguns anos atrás. Vou roubar a minha melhor amiga, pelo menos no primeiro final de semana, e acabar nossa noite por volta das 3 horas porque não conseguimos mais ficar em pé de tão cansadas e dançar um gaúchão rala coxa naquelas musicas alemãs e na chuva (não esquecendo daquelas fotos que nunca vamos lembrar de onde saíram). Quero que chova menos, porque não há cabelo que fique bom com aquela garoa chata que dá todo ano. Quero jogar chopp novamente nas cocótas que me irritam (claqsiiiim), e quero que tudo acabe bem, com um super final feliz todas as noites.
Enfim, amanhã começa, dia 24 termina, uma boa sorte pra mim e eu estou muito animada. (postarei uma foto da minha roupinha de Frida pra quem fuça isso daqui poder ver que fofura)
Um kissezinho.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

O amor é difícil, mas é uma coisa tão profunda que quando você acha que vai perder, dói! Arranca pedaço da gente! É tão lindo e ao mesmo tempo tão visceral. Faz a gente perder a razão, ficar cego, surdo e mudo. O melhor e pior sentimento do ser humano. Um embrulho de sensações que nos fazem crescer a cada dia.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Agora sei que o amor é um sabonete dentro d'água. Quanto mais a gente agarra, mais ele nos escapa. Amor por retribuição, você só pode estar de brincadeira. Pingüins em cima de geladeiras valem tanto quanto um beijo por compaixão. Ovos quentes e café na cama, eu sei de tudo que você trama. Os mesmos truques de manhã e você já não me engana, não se importa em estar apaixonado, não pensa em datas nem compromissos. Seus beijos uma vez por mês, não quero nada disso. “kid abelha”

Horóscopo do dia: A grande mensagem desta fase e o seu grande aprendizado é o desapego. A necessidade de controle e o excesso de cuidados devem ser reavaliados. Plutão sugere uma nova maneira de se relacionar, isenta de dependências.

Ok, horóscopo, obrigada.
Hoje é um daqueles dias, sabe, que a gente nem deveria ter levantado da cama?

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

“Ela vai mudar, vai gostar de coisas que ele nunca imaginou, vai ficar feliz de ver que ele também mudou, pelo jeito não descarta uma nova paixão. Mas espera que ele ligue a qualquer hora só pra conversar e perguntar se é tarde pra ligar, dizer que pensou nela e estava com saudade. Ele vai mudar, escolher um jeito novo de dizer "alô", vai ter medo de que um dia ela vá mudar e que aprenda a esquecer sua velha paixão, mas evita ir até o telefone para conversar pois é muito tarde pra ligar, tem pensado nela e estava com saudade mesmo sem ter esquecido que é sempre amor, mesmo que acabe, com ele aonde quer que esteja. É sempre amor, mesmo que mude, é sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou. Nunca é muito tarde pra ligar, ele pensa nela e ela tem saudade.”
Bidê ou balde – mesmo que mude.

Se todos soubessem ser tão sinceros quanto gostariam. Se todos fossem tão honestos quanto querem que os políticos sejam. Se todos soubessem olhar primeiramente para o próprio umbigo. Se todos que falam o que querem, ouvissem o que não querem. Se todos que humilham fossem humilhados. Se todos aqueles que exigem sempre a verdade deixassem de mentir. Se todos que traem fossem traídos. Se todos que dão amor, recebessem. Se todos aqueles que cuidam fossem recompensados. Se todos os que matam fossem mortos. Se todos que magoam fossem magoados. Se todos os torcedores fossem flamenguistas. Se todo o choro fosse de alegria. Se todo mau humor fosse somente TPM. Se todos soubesse admitir um erro. Se todos pedissem desculpa. Se todos tivesse consciência dos seus atos. Talvez, se eu parasse de pensar que todos um dia vão mudar, ter a esperança que as pessoas tenham um pouco de desconfiometro, achar que eu consigo mudar as atitudes dos outros, eu pare de me iludir tanto.

E também quero expor a minha indignação, estou decepcionada com o brasileirão desse ano. E eu falei minha indignação, não aceito opiniões.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

“e eu me lembro, de nós dois juntos deitados na sua cama, sua camisa me servia de pijama, e a gente ria sem parar (...)”
Como é difícil distinguir sentimentos, como é difícil demonstrar o que sentimos e fazer com que acreditem no que falamos. Já não entendo mais muita coisa, só queria saber usar as palavras certas nas horas certas, só queria poder ser transparente o suficiente pra todos enxergarem o que já não consigo mais disfarçar, só queria ter segurança e segurar a sua mão para não ter medo de errar. As pessoas se intrometem, dão palpites, querem me fazer ver o que eu não quero. Abra os olhos Camila, abra os olhos. Mas, o que os olhos não vêem o coração não sente, já dizia minha avó. O segredo é chegar perto lentamente, mas não tão perto á ponto de se machucar e nem tão longe á ponto de parecer não se importar. Difícil. Eu que sempre fui tão sincera, acabo falando coisas que deveria guardar pra mim. Trouxa. Ninguém entende o porquê de tudo isso, quem me conhece se pergunta “o que ela esta fazendo?” e quando vejo que nada vai dar certo, que eu não vou conseguir me afastar, meu desejo é simplesmente me deitar em seu braço e ouvir sua respiração junto a minha. Durante poucas horas, pela madrugada adentro, um telefonema apenas, um boa noite, risadas naquele silêncio mutuo, cochichos e sussurros para não acordar ninguém e mais risadas. Às vezes aquelas risadas descontroladas e um sssssh, cala boca, eu te amo. Quem vê de fora acha estranho, quem está por perto estranha mais ainda, mas só quem sabe realmente o que se passa somos nós, ninguém além de nós, é um sentimento que às vezes não dá pra explicar, uma vontade louca de nunca mais te ver e te ver sempre, eu que sempre te chamei de bipolar me vejo agora multipolar! É carinho, preocupação, amor, amizade, cumplicidade, um amigo de anos, isso que só nos conhecemos alguns meses. Superproteção, choros, aquele sorrisinho de canto de boca, aquele olhar que me diz: vamos? Aquelas broncas necessárias, brigas nem tão necessárias assim, mas com as melhores reconciliações. Mas tudo bem, eu sei que esse carinho nunca vai mudar, pois não é normal e nem todos conseguem ser tão próximos e tão distantes quanto à gente, e que quando um precisar do outro, nós vamos nos encontrar novamente.
A, e mais uma coisa, só ligue pra dar boa noite, dorme bem.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

O cara disse. Numa esquina, num domingo, depois do teatro e do silêncio, na insônia, nas sorveterias, como se lhe faltasse energia. Ele não volta? Não deixa rastro ou renasce? Na esquina em que se beijaram uma vez, lá está, na sombra apagada pela luz, na poeira suspensa, na revolta da memória inconformada. Na solidão, lá vem ele, volta, com lamento, um quase desespero, e penso nos planos perdidos, que vida sem sentido… Na insônia, o amor cai como uma tonelada de lápide, e se eu tivesse feito diferente, e se eu tivesse sido paciente, e se eu tivesse insistido, suportado, indicado, transformado, reagido, escutado, abraçado? ...
Na sorveteria, ele volta, o amor, em lembranças. Porque aquele sabor era o preferido dela, aquela cobertura era a preferida dela, aquela sorveteria era a preferida dela, aquela esquina, aquele bairro, aquele clima, aquela lua, aquele mês, aquela temperatura, aquela raça de cachorro, aquele programa de fim de tarde e aquele horário sem planos… No elevador, quantas saudades daqueles segundos em silêncio, presos na caixa blindada, vigiados por câmeras camufladas, loucos para se agarrarem, rirem, apertarem todos os botões, tirarem a roupa, escreverem ao lado: “Eu te amo”
Saudades é amor. Não se tem saudades do que não se amou. O amor não acaba, porque tenho saudades, me lembro dela, me preocupo com ela, torço por ela, e se sonho com ela, meu dia está feito. O amor não pode acabar, porque sem ela ou sem a esperança de revê-la, até a chance de tê-la de volta, não vejo a paz. Ela é uma trégua na minha guerra pessoal contra a minha paixão por ela. Amá-la me faz bem. Mesmo que ela não me ame, amo amá-la. Continuei amando desde o dia em que terminou. Passei meses amando como se não tivesse acabado. Ficaria anos amando mesmo se não tivesse voltado.
O amor não acaba, muda. O amor não será, é. O amor está. Foi. Nas tantas músicas que ouvimos, que dançamos colados, trilhas das noites frias em que você sentava em mim nua, enquanto os meus braços imobilizavam os seus. Amor. O não-amor é o vazio. O anti-amor também é amor. Eu te amava quando você respirava no meu ouvido. Lembra do meu dedo dentro de você? Amo-te, amo-te, amo-te. Instante secreto, sua boca incha, seus olhos apertam, suas unhas me arranham e você diz: Eu te amo!
O amor acabou quando você se foi? Você sentiu saudades das minhas paredes, das cores das minhas camisas, da umidade da minha boca, do cheirinho do meu travesseiro, da minha torrada com mel, das noites pelados assistindo à tevê, dos vinhos entornados no lençol, do café da manhã com jornal, você sentiu falta de atravessar a avenida comigo de mãos dadas, de correr da chuva, de eu te indicar um livro, do cinema gelado em que vimos o filme sem fim, torcendo para acabar logo e ficarmos a sós, você sentiu falta da minha risada, inconveniência, de eu ser seu amante, noivo, amigo e marido, dos meus olhos te espiando, dos meus dentes mordendo e mastigando, ficou tanto tempo longe e pensou em nós especialmente bêbada ou louca, queria me ligar, me escrever, meu cheiro aparecia de repente, meu vulto estava sempre ali, acaba? Diz que acaba. Como acaba? Não acaba. Diz, não acaba. Repete. Falei? Não acaba. Pode virar amor não correspondido. Pode ser amor com ódio, paixão com amor. Tem o amor e o nada. Ah, mais uma coisa. Antes que eu me esqueça. O amor não acaba. Vira. Se acabar, não era amor.