E são esses pequenos detalhes, como a forma que você passa seus dedos pelo seu cabelo, como seus lábios se curvam em um belo sorriso ou o jeito que você olha pra mim quando está sendo irônico que me deixam sem ar. O seu jeito de me abraçar quando afundo meu rosto em seu pescoço, a sua capacidade de acabar qualquer tristeza, os seus olhares tão extremamente lindos e provocantes, a sua mania de tentar (e conseguir) me estressar quando me contraria, o contorno de suas veias no seu braço, a forma como você consegue interpretar quase tudo que estou pensando ou sentindo… Tudo isso me afeta em uma intensidade muito maior do que você imagina.
Você me afeta em uma intensidade muito maior do que qualquer um imagina.
[…] Então quando me perguntam se um amor pode ser eterno, eu respondo que sim e não. Se pensarmos em amor como todas as configurações que um sentimento pode adotar durante a vida para continuar existindo, sim. Se este sentimento vai ter uma conformação que siga se viabilizando e mantendo duas pessoas juntas pela vida toda? Talvez. Se vai seguir por anos e anos e anos igualzinho? Muito provavelmente não. […]
Nenhum comentário:
Postar um comentário